Finalizada as eleições em Seripe, eleito no primeiro turno Fábio Mitidieri, a briga por espaços já aparecem.
Fábio Mitidieri sinalizou em entrevistas o desejo de ter na presidência da Alese um correligionário do psd, partido que preside em Sergipe. Isso foi o suficiente para que o deputado reeleito, Cristiano Cavalcante usasse de entrevistas para peitar o governador e tentar impor o seu nome para o cargo de presidente da Alese. Segundo Cristiano é natural que ele seja o escolhido em razão de ter sido o mais votado e como líder ter prestado o bom alinhamento entre a Casa Legislativa e o governo.
Quer mudar a regra em Sergipe?
Quem preside a Alese é aquele apoiado pelo governador votado pelos pares e não pelos votos obtidos na eleição.
Em 2010 Adelson Barreto foi o mais votado com mais de 65 mil votos e não lhe garantiu o posto de presidente;
Em 2014 Silvia Fontes obteve mais de 42 mil votos, a mais votada daquele pleito, porém isso não lhe assegurou a presidência da Casa.
Agora, o deputado Cristiano Cavalcante quer impor a sua condição de ser o mais votado, e cobrar a fatura pelo serviço de líder alterar a regra regimental.
Não é o que consta no Regimento da Assembleia Legislativa de Sergipe?
Chama a atenção o silêncio de deputados reeleitos que conviveram durante esses quatro anos como colegas de parlamento, ninguém saiu em defesa do deputado Cristiano Cavalcante; ao contrário. Dentro do partido União Progressista,do qual Cristiano faz parte, surge um concorrente, Marcelo Sobral que apresenta as credenciais: "sou sergipano de itaporanga".diz Marcelo Sobral.
Cristiano está rogando o apoio do ex-deputado André Moura, aquele que Silvany disse que o esposo não precisava mais, pois mesmo já andava com as próprias pernas.
Com os pés nos peitos e a faca no pescoço, o governador vai recuar?
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