A polêmica da inauguração e entrega do complexo de mercados de Capela/Se, tem gerado intranquilidade e causou prejuízos para os feirantes como também para a população,
Primeiro, a administração elaborou um Projeto de Lei que ignora e toma brutalmente os espaços ocupados por pais de famílias que há mais de 20 anos exercem suas atividades comerciais no mercado. O projeto mal elaborado, maléfico e socialmente injusto. Mesmo assim, a Câmara de Vereadores aprovou, sob alegação da necessidade de licitar.
O que deforma o processo da licitação é que não foi observado o principio da sustentabilidade: ser socialmente justo. Faltou competência de ambos os Poderes: Executivo e Legislativo de legislar com justiça social. Se não foi isso, foi maldade!
Segundo, a gestão realizou a inauguração sem que as obras estivessem concluidas, e o que foi construído estar desconforme com o projeto e sem observar as normas do Ministério da Agricultura, do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária, bem como sem as licenças ambientais, ferindo mais uma vez o princípio da sustentabilidade: ser ecologicamente correto.
Por fim, a prefeita cria um artificio ilegal, chamando os feirantes para assinar um documento que não tem validade para nada, pois a lei que os vereadores aprovaram é para licitar e vender os espaços do mercado através do lance de maior preço. Os feirantes não tem segurança de nada de que os espaços lhes pertencem,


Todos nós capelenses somos favoráveis ao funcionamento do mercado municipal. O que não concordamos é com a prática do crime ambiental.









