Pior ainda é a incompetência de não apresentar projeto de inclusão no mercado de trabalho; na formação educacional e incentivos para a vida a dois com independência. Enfim, politica publica que não apresentr apenas a chaga, mas a cura.
Homenagens; manifestações pontuais, assistencialismo e meros discursos com finalidade eleitoral, não corrigem o mal da violência tão pouco satisfazem aa necessidades que obrigam as mulheres suportarem viver sobjugadas pela violência.
Difícil ainda mais, é quando esse discurso vem de um parlamentar que na prática tem um comportamento controverso;
● Em 2024 durante a,campanha eleitoral, assim se pronunciou em relação a adversária, uma mulher: " essa menina não tem capacidade de administrar uma cide como Capela ";
● no mesmo ano de 2024, se envolveu numa discussão com a prefeita Ianna Porto, de N S das Dores e a chamou de " imatura",
● circula nas redes sociais um vídeo da senhora Cris, denunciando o deputado Cristiano Cavalcante e sua esposa Silvany Mamlak por agressão verbal na qual, segundo a vítima o deputado dizia: "acabou, vai para casa, vagabunda " palavras dirigidas a senhora Cris em frente a uma sessão eleitoral no dia da eleição municipal;
● a última envolveu a ex-prefeita Léa Sobral por ter divulgado irregularidades na gestão de Silvany Mamlak, o deputado classificou punlicamente em uma emissora de rádio a fala de Léa Sobral como "asneira" o que significa burrice.
● um vereador aliado do deputado usou a tribuna da Câmara e disse: ' mulher quanto mais apanha, mas gosta do homem" .o deputado que se diz combater a violência contra a mulher, silenciou.
Dá para dar crèdito ao discurso desse parlamentar?
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