sexta-feira, janeiro 02, 2026

INIMIGOS DO CONCURSO PÚBLICO

A Constituição de 1988 estabelece o concurso como a forma legal de acesso ao serviço público. Em Capela/Se, os prefeitos anteriores a Silvany Mamlak, realizaram concursos e as respectivas convocações dos aprovados.

Do ano de 2016 á 2024, gestão da ex-prefeita Silvany,  concurso só se realizou por intervenção do Ministério Público, e o edital falseado das reais quantidades necessárias para o  preenchimento das vagas existentes. Exemplo: para motorista a gestão  abriu o número de vagas menor que o número  de contratos  que tinha, permaneciendo com o quadro híbrido de efetivos e contratados. Na desistência do concursado,  a gestão substitui por um contrato e não por excedentes como deveria ser. Mesmo podendo prorrogar a validade  por mais dois anos o gestor atual Júnior Tourinho preferiu pelo fim da validação, o que traz prejuízos para os jovens e adultos que gastaram recursos financeiros e dedicaram esforços nos estudos para serem aprovados e não serem convocados.

Por que? Porque o concursado convocado é efetivo, independente; a gestão de Silvany seguida por Júnior opta pelos contrayados para serem cabos eleitorais nas eleições, conforme foi denunciado o crime de Abuso de autoridade pelo Ministério Público Eleitoral nas eleições do ano de 2024 que elegeu Júnior Tourinho. 

A cúpula política dominante do governo de Capela não valoriza o concurso pois não têm histórico de se submeterem a esse tipo de avaliação,  e se submeteram-se não foram aprovados. Basta observar o deputado,  a ex-prefeita,  o atual prefeito e boa parte do secretariado. Pendurados em cargos de comissão. Essa é a realidade.

Todos os cocurseiros do estado de Sergipe devem saber desse mal que está acontecendo em Capela; o responsável e quem apoia sorrateiramente, a fim de que se vierem se apresentar como candidato a algum cargo eletivo neste ano, não tenha o voto dos concurseiros nem de seus familiares.

"A injustiça num qualquer  é uma ameaça à justiça em todo o lugar". Luther King 

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