Do ano de 2016 á 2024, gestão da ex-prefeita Silvany, concurso só se realizou por intervenção do Ministério Público, e o edital falseado das reais quantidades necessárias para o preenchimento das vagas existentes. Exemplo: para motorista a gestão abriu o número de vagas menor que o número de contratos que tinha, permaneciendo com o quadro híbrido de efetivos e contratados. Na desistência do concursado, a gestão substitui por um contrato e não por excedentes como deveria ser. Mesmo podendo prorrogar a validade por mais dois anos o gestor atual Júnior Tourinho preferiu pelo fim da validação, o que traz prejuízos para os jovens e adultos que gastaram recursos financeiros e dedicaram esforços nos estudos para serem aprovados e não serem convocados.
Por que? Porque o concursado convocado é efetivo, independente; a gestão de Silvany seguida por Júnior opta pelos contrayados para serem cabos eleitorais nas eleições, conforme foi denunciado o crime de Abuso de autoridade pelo Ministério Público Eleitoral nas eleições do ano de 2024 que elegeu Júnior Tourinho.
A cúpula política dominante do governo de Capela não valoriza o concurso pois não têm histórico de se submeterem a esse tipo de avaliação, e se submeteram-se não foram aprovados. Basta observar o deputado, a ex-prefeita, o atual prefeito e boa parte do secretariado. Pendurados em cargos de comissão. Essa é a realidade.
Todos os cocurseiros do estado de Sergipe devem saber desse mal que está acontecendo em Capela; o responsável e quem apoia sorrateiramente, a fim de que se vierem se apresentar como candidato a algum cargo eletivo neste ano, não tenha o voto dos concurseiros nem de seus familiares.
"A injustiça num qualquer é uma ameaça à justiça em todo o lugar". Luther King
Vergonha essa administração!
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