Ao fazer uma analogia do personagem "o maluquinho", criado na década de 80 pelo cartunista, Ziraldo; é oportuno anotar o papel de um cartunista: Pessoa que cria ou desenha cartuns, tiras cômicas, histórias em quadrinhos de humor ou ilustrações humorísticas. Portanto nenhuma identificação com coisa séria.
É nesse cenário criativo do cartunista que foi criado o personagem "o maluquinho": engraçado, sapeca, inquieto, chameguento, bagunceiro e de comportamento zero. A menos de tirar nota dez nas matérias escolar, nada sugere como exemplo para qualquer criança.
Na década de 80, associar determinados personagens a pessoas, era normal. Exemplo: se encontrássemos na rua uma criança perambulando ou ultrajado com um objeto na cabeça não sendo um chapéu ou boné, logo dizíamos: é um maluquinho!
A sociedade vem se evoluindo, a geração "Z" cede espaço para a geração "Y", justamente na década de 80;
Apelidar uma criança de "maluquinho" na geração atual é bullying!
Querer incutir na mente das pessoas de que se autodenominar "maluquinho" é coisa boa, chega a ser de um obscurantismo sem precedente. Tudo por conta de uma eleição.
Imaginem que no dia 03/10 o professor que andou com a panela na cabeça, se autodenominou maluquinho, ao chegar na sala de aula, continuará aceitando o apelido? O aluno pode dizer assim: diga ai, professora (o) maluquinha (o)!
E se ainda entre os alunos proliferar esse apelido? instala-se a intimidação sistemática, bullying.
A quem cabia adotar medidas de prevenção, conforme a lei 13.185/15, foram os incentivadores.












