segunda-feira, novembro 08, 2010

Padre se envergonha de casamento de Sukita

O padre Antônio Maria está proibido de fazer shows e celebrar atividades religiosas em Sergipe nos próximos cinco anos.

Clique para ouvir o Padre Antônio Maria

Clique para ouvir Dom Henrique Soares

A decisão foi tomada pelos bispos da Igreja Católica em Sergioe porque o padre participou, recentemente, da união civil do prefeito de Capela, Sukita (PSB), e sua esposa, Silvany.

Desde a última sexta-feira, a imprensa veicula gravação de um depoimento do padre em que ele pede perdão por ter participado da união civil "de duas pessoas que não podem mais casar na igreja".

Fonte: nenoticias.com.br

14 comentários:

  1. Diante de tantos escândalos envolvendo padres e vários outros membros, fatos gravíssimos e que são omitidos pela igreja católica, agora só por causa de um casamento que todo mundo sabia que não foi no religioso, gera toda essa polêmica,kkkk, faz-nos rir tamanha iprocrisia. Será que Deus não abençoa realmente e união entre duas pessoas pelo simples fato de alguma dessas já ter sido casada??? Então, acredito que a igreja católica deveria rever seus conceitos, pois muitos daqueles que a frequenta estão nessa situação, afinal, ninguém precisa submeter-se a tamanhos absurdos em um casamento. Deus é amor...ele perdoa a tudo e a todos, se não acreditarmos nisso, pobre das prostitutas, gays, lésbicas, criminosos e de tantas outras classes excluídas pelo clero. Todos arderão no fogo do inferno, segundo a igreja, mas quem de nós poderemos julgar, somos humanos, pecadores e egoístas ao extremo, de tal maneiro que passamos por cima do principal legado deixado pelo mesmo Jesus Cristo: Amai-vos uns aos outros, coisa que falta na maioria dos seres humanos. Então, Viva a luta pelo Poder!!!!!!VIVAAAAAAAAA!!!!!!!!!!

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  2. Prezado Jó,
    Sukita é um homem admirável. Quando as coisas estão meio ruins para o lado dele, ele cria o fato, que por sua vez ganha dinamismo na mídia e quando menos se espera, olha lá o Sukita de novo nas paradas. Esta agora não deixa de ser engraçada. Mas penso que punir o padre é estupidez, embora seja mais estupidez ainda pedir bom senso aos "imaculados homens da Igreja Católica". As perguntas que cabem são as seguintes: quem ganha com a proibição imposta ao padre para ficar cinco anos sem aparecer em Capela? Será que isto compensa lá no céu, perante o Criador, a gafe que foi cometida? Isto vai fazer com que Sukita e a esposa se redimam e se separem? Alguém perguntou aos fiéis de Capela se eles também condenam o ocorrido? Até onde se sabe, o evento foi motivo de júbilo para a sociedade capelense. Por acaso a Igreja Católica adota os mesmos procedimentos rígidos quando um de seus padres é acusado pela mídia mundial de praticar pedofilia? São vários os relatos - busque no Google, caro Jó. Ou será que abençoar casamento de quem já é casado é mais pecado do que praticar pedofilia? Não pretendo acusar a igreja e nem defender o padre, mas vejo na pena resquícios dos tribunais de inquisição. Foi exagerada e moralmente condenável (o pedido de desculpas público é de uma agressão ao homem Antonio Maria sem precedentes - melhor que tivessem queimado o pobre coitado em praça pública). Mas, mais do que isso, a pena é ofensiva ao povo de Capela, pois lhe tolhe o direito de ter em seus festejos a figura do ídolo na qual se reveste o homem, que traz alegria e canta esperanças e mensagens de fé. Perderam todos com a presepada do casório. Aliás, todos menos Sukita, que com pena ou sem pena ao padre, está casado, feliz e, como sempre, na mídia, que não deixa de ser o seu lugar do coração. E o padre? Ora, o padre foi um mero acidente de percurso no caminho da estrela.
    Grande abraço Jó.

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  3. Cadê SUKITA que não deu explicações...

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  4. Prezado Jó, adorei a sua chamada, "Padre se envergonha do casamento de Sukita!!" Jó a poucos dias atrás vc foi duramente criticado e ofendido pelo irmão do prefeito, coisa que eu particulamente jamais compactuaría, e depois de Vossa excelência exigir tanto a punição para este, vem a público em seu blog e critica o prefeito se utilizando de uma perseguição ou um Surto da Igreja Católica, para transparecer que o Prefeito se posicionou de forma negativa ao chamar o Padre para casar... Que legal... Até nisso vcs atuam... Só em seu Blog a noticia foi demonstrada assim.... Mais vc tá de parabéns em posicionar assim, espero que quando algém se posicionar desta mesma forma contra vc, não ache ruim...

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  5. Olá,
    Recomendo ao colega comentarista anonimo acessar através do google o blog FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO, a postagem de Leonardo Brum sobre o sacrilégio cometido em Capela.
    O assunto foi noticia através da Cançao Nova e repercutiu o País inteiro, querer acobertar, amigo, não é correto. E ainda querer ameaçar o proprietário do blog por ter postado a matéria alegando e comparando as atitudes do irmão do prefeito Sukita, é no minimo covarde, mediocre!

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  6. "Saindo dali, ele foi para a região da Judéia, além do Jordão. As multidões voltaram a segui-lo pelo caminho e de novo ele pôs-se a ensiná-las, como era seu costume.
    Chegaram os fariseus e perguntaram-lhe, para o pôr à prova, se era permitido ao homem repudiar sua mulher.
    Ele respondeu-lhes: 'Que vos ordenou Moisés?'
    Eles responderam: 'Moisés permitiu escrever carta de divórcio e despedir a mulher.'
    Continuou Jesus: 'Foi devido à dureza do vosso coração que ele vos deu essa lei;
    mas, no princípio da criação, Deus os fez homem e mulher.
    Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher;
    e os dois não serão senão uma só carne. Assim, já não são dois, mas uma só carne.
    Não separe, pois, o homem o que Deus uniu.'
    Em casa, os discípulos fizeram-lhe perguntas sobre o mesmo assunto.
    E ele disse-lhes: 'Quem repudia sua mulher e se casa com outra, comete adultério contra a primeira.
    E se a mulher repudia o marido e se casa com outro, comete adultério.'"

    (São Marcos X, 1-12)

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  7. Salve Maria!
    Gostaria de responder aos questionamentos do sr. Fernando Negrão:

    1. quem ganha com a proibição imposta ao padre para ficar cinco anos sem aparecer em Capela?

    Todos, a começar pelo próprio padre, que terá a oportunidade de se emendar com esta punição. Enquanto isso, Sergipe ficará por um bom tempo sem a presença de um padre escandaloso como ele, o que é ótimo.

    2. Será que isto compensa lá no céu, perante o Criador, a gafe que foi cometida?

    Ajuda sim, pois serve de penitência para ele. Mas só a punição não adianta. É preciso que ele se arrependa sinceramente do que fez.

    3. Isto vai fazer com que Sukita e a esposa se redimam e se separem?

    Provavelmente não, mas isso se deve unicamente à "dureza de coração" deles, conforme ensina Nosso Senhor (cf. São Marcos X, 5). Não é culpa da Igreja.

    4. Alguém perguntou aos fiéis de Capela se eles também condenam o ocorrido?

    Não, mas isso não é necessário. A Igreja não é e nem deve ser democrática. Ela ouve a voz de Cristo, segundo o qual o casamento é indissolúvel, nunca a dos fiéis. As ovelhas é que devem seguir o Bom Pastor e não o contrário. O povo, ao ser ouvido por Pilatos, preferiu Barrabás. Eis a democracia.

    5. Por acaso a Igreja Católica adota os mesmos procedimentos rígidos quando um de seus padres é acusado pela mídia mundial de praticar pedofilia?

    A Igreja Católica prescreve sim punições aos padres envolvidos em escândalos sexuais. Lamentavelmente, certos bispos não obedecem as prescrições da Igreja, favorecendo estes sacerdotes corruptos. Mas, neste caso, a culpa também não é da Igreja e sim de parte do clero. Sugiro que acesse o endereço http://www.vatican.va/resources/index_po.htm para maiores informações.

    Agora, se me permite a franqueza, é muita hipocrisia da parte do senhor dizer que não quer acusar a Igreja e logo em seguida qualificar a punição aplicada pela mesma de "moralmente condenável". Creio que conhecer a doutrina da Igreja acerca do sacramento do matrimônio lhe faria compreender melhor a gravidade da situação. Indico-lhe, para tanto, a Encíclica Casti Connubii, de Pio XI:

    http://www.capela.org.br/Magisterio/conubii1.htm
    ***
    http://www.capela.org.br/Magisterio/conubii2.htm
    ***
    http://www.capela.org.br/Magisterio/conubii3.htm

    Por tudo isso, foi justíssima a punição dada ao Pe. Antônio Maria.


    Leonardo Brum

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  8. Leonardo,
    1- Julgar que todos ganham é muito pretensioso. Eu não ganhei nada. Devem pensar assim também os mais de 9,5 milhões de fãs que já compraram algum disco dele. Ou são todos hereges?
    2 - A punição em relação a este pecado deve, no mínimo, seguir os moldes das punições anteriores, senão podemos interpretar que aqui em Sergipe houve arbitrariedade. Vamos refrescar a memória.
    - FOLHA DE SÃO PAULO
    Palavras do monsenhor Dario Bevilácqua, porta voz da Arquidiocese de São Paulo: "não acho ruim uma bênção simples, se ficar claro que não é um casamento. Se uma pessoa chega à igreja pedindo uma bênção, o padre não deve recusar, independentemente da motivação. Pode ser uma união matrimonial ou uma casa nova.Ele só deu uma bênção ao casal. Não fez nada de errado", afirmou.
    - FOLHA DE SÃO PAULO
    O padre Antonio Bracht, superior de Antonio Maria disse que "Muita gente não entendeu, mas começamos os procedimentos para esclarecer os fatos". Parte da igreja entende que o padre não poderia ter abençoado a união. "Foi só uma bênção, ele não fez mais do que isso". Segundo as notícias sobre a benção dada ao casamento de Ronaldo Fenômeno, em Paris, parece que a pena aplicada, se houve, caiu no esquecimento. São Paulo e Paris não tiveram que ficar sem receber o padre por cinco anos.
    4 - Desconheço a passagem bíblica de onde você tirou a afirmação de que não deve haver democracia na igreja. Procurei em vão, a passagem bíblica que proíbe um sacerdote de celebrar casamentos de casais que se casam mais de uma vez.
    5 - Você diminui o problema pedofilia. Outra coisa: pedofilia, no caso de padres, não guarda relação com corrupção e muito menos com favoritismo. O que há é acobertamento, cumplicidade e omissão. Vamos às notícias:
    - FOLHA DE SÃO PAULO
    Para quem um dia caiu nas mãos de um padre pedófilo, as medidas anunciadas pelo Vaticano estão longe de ser um consolo. Pelo contrário, causam desapontamento. O documento com alterações na Normae de gravioribus delictis (Normas sobre crimes mais sérios), enumera diretrizes rígidas contra a pedofilia. No entanto, não aborda os casos que mancharam a reputação da Igreja Católica. Além disso, contém brechas importantes: não obriga os sacerdotes a informarem a polícia sobre abusos de que tenham conhecimento e não prevêem a imediata expulsão de um suspeito.
    Para terminar, você disse: Agora, se me permite a franqueza, é muita hipocrisia da parte do senhor dizer que não quer acusar a Igreja e logo em seguida qualificar a punição aplicada pela mesma de "moralmente condenável".
    Contra fatos não há argumentos. Selecionei duas notícias em que o representante maior da Igreja admite erros no caminho da doutrina cristã.
    - O GLOBO
    A Igreja Católica condenou Galileu, no século 17, por apoiar a teoria copernicana de que a Terra girava ao redor do Sol; os ensinamentos religiosos, naquela época, colocavam a Terra no centro do universo. Em 1992, o Papa João Paulo II pediu desculpas, dizendo que a condenação de Galileu foi um trágico erro.
    - Revista VEJA
    Sempre se considerou escandaloso que a fé se tivesse colocado contra a ciência. A novidade com João Paulo II é a disposição para reconhecer que houve algo de errado no comportamento dos doutores da Igreja. Ele remoeu a consciência católica ao se desculpar, ainda que muitas vezes indiretamente, pelos horrores da escravidão africana, pelo massacre dos indígenas na América e também pelo próprio silêncio durante o extermínio dos judeus na II Guerra.
    Vejo beleza na propagação da fé, independentemente de qual seita ou religião sirva como veículo para tanto, e por isso não posso concordar em essência com sua pregação e sua maneira de enxergar Deus. Seu Deus é instrumento de castigo, punição e arrependimento. Eu acredito que Deus é liberdade, redenção e alegria. Rogo a Ele para que você jamais enfrente a punição, o castigo e o arrependimento que, com facilidade e sem parcimônia, impõe a outrem.

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  9. Prezado sr. Fernando, Salve Maria!

    Permita-me fazer algumas considerações.

    Em primeiro lugar, se as pessoas eventualmente apreciam o que é ruim, isso não faz do que é ruim algo bom. E as mesmas só têm a ganhar quando o mal é afastado delas, ainda que pensem o contrário. Se me permite um exemplo um tanto chocante, também os viciados em drogas sofrem quando iniciam um tratamento. Por mais que eles não gostem de ficar sem a droga e tenham crises de abstnência, eles estão ganhando, sim. A título de esclarecimento, quando falo em bom ou ruim não me refiro propriamente a pessoa do padre, à qual respeito, e sim ao seu comportamente escandaloso.

    Quanto à punição dada ao padre, ele já havia sido enviado ao México, onde ficou recluso por um ano em sua congregação. Como reincidiu, é natural que se aplique uma pena maior, dentro da competência dos bispos locais. Garanto que esta não vai "cair no esquecimento", o que é bom para ele, insisto. Se o senhor quiser realmente fazer uma objeção séria à punição dada, terá que demonstrar que houve abuso de autoridade, tendo em vista as normas do Código de Direito Canônico (não entro no mérito da validade do atual código, que é um problema teológico mais complexo). O que passar disso é mera apelação sentimental.

    A declaração de Mons. Bevilácqua é absurda. Então se eu entro numa igreja com uma imagem de Satã e peço para o padre abençoar ele não pode recusar? É óbvio que a motivação da bênção importa, sim. É importante frisar que a Igreja passa por gravíssima crise doutrinal na atualidade, de modo que casos como o do Pe. Antônio Maria acabam sendo sintomáticos. Cabe aos católicos permanecerem fiéis a doutrina imutável da Igreja, apesar de todos os abusos que se perpretam infelizmente em seu seio hoje em dia, muitas vezes por parte dos próprios clérigos.

    A Igreja não deve ser democrática simplesmente porque Cristo não a instituiu assim. A Igreja foi fundada sob a autoridade de Cristo, seu Senhor, e dos apóstolos, tendo São Pedro à frente. O papa é o sucessor de São Pedro e os bispos dos demais apóstolos. Portanto, não é do povo (no caso da Igreja, os simples fiéis) que emana o poder. Quando se suscitou na Igreja a contenda acerca da circuncisão, quem resolveu a questão? Os fiéis por votação (ou fazendo livre-exame da Bíblia como os protestantes)? Se quer passagens bíblicas, leia os Atos dos Apóstolos XV, 1-21 e veja quem tem autoridade na Igreja e quem não tem.

    [Continua...]

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  10. [Continuando...]

    Não sou eu que diminuo o problema da pedofilia. O senhor é que diminui (e muito!) o problema do segundo "casamento" de Sukita, união que Nosso Senhor qualifica como ADÚLTERA. Parece que o senhor não viu o trecho do Evangelho de São Marcos que postei aqui. Dê uma olhada um pouco mais acima e perceberá o absurdo que é um padre tomar parte numa coisa dessas. Uma outra coisa importante é que a Bíblia não é a única fonte de Revelação. Ao lado dela está a Tradição Apostólica e ambas essas fontes foram confiadas por Deus à sua Igreja para que ela as guarde, transmita e interprete, por meio do exercício do Magistério (daí minha referência à Casti Connubii). A chamada "sola scriptura" (no popular, "só vale a Bíblia") é um princípio teológico falso (por ser anti-bíblico) e tipicamente protestante. Não se aplica aos católicos.

    Quanto ao casos de pedofilia, não me parecem justa uma das medidas sugeridas pelo jornalista, a saber, a "expulsão imediata de um suspeito". Se se trata de um SUSPEITO, não lhe cabe nenhuma punição enquanto as suspeitas não forem devidamente comprovadas. No máximo seria justo um afastamento enquanto correm as investigações. E se o padre não for pedófilo? A mídia trata desses casos de maneira muito apelativa e pouco racional. Além disso, não entendi sua objeção quanto à minha referência à corrupção dos padres. Obviamente falo de uma corrupção moral. Não é só quando se desvia dinheiro público, ou coisa do tipo, que ocorre um ato corrupto.

    O fato contra o qual não há argumentos é que o senhor escreveu com a intenção de acusar a Igreja, qualificando seus atos em relação ao Antônio Maria de "estúpidos" e" moralmente condenáveis". Porém, para parecer "politicamente correto", disse que não pretendia acusar a Igreja ou defender o padre, o que é evidentemente falso. É nisso que consiste sua hipocrisia na mensagem anterior e não sei o que ela tem a ver com o caso de Galileu. De qualquer forma, essas declarações de João Paulo II não tem caráter magisterial, portanto carecem da autoridade confiada a ele por Cristo e não obrigam os católicos a se submeterem às mesmas. Foi apenas mais um ato contra a Igreja, dentre vários que este pontífice lamentavelmente cometeu (como o beijo no Alcorão), manchando a honra daquele que julgou Galileu, São Roberto Belarmino, santo e doutor da Igreja. Trata-se de um reflexo da crise doutrinal à qual me referi anteriormente. Além disso, é um grande reducionismo pensar que Galileu foi julgado pelo simples fato de defender o heliocentrismo. Ele defendia paralelamente outras idéias, contrárias a fé no sacramento da eucaristia. Era metido a místico. Se o heliocentrismo era tão mau aos olhos da Igreja, por que Copérnico não foi punido?

    Por fim, digo que seu discurso "pró-fé", independentemente de religião, é típico de quem não tem religião nenhuma. Acertei? Pois eu afrimo que Deus não quer que seus filhos tenham idéias contraditórias acerca de quem Ele é, de modo que nossas concepções pessoais acerca dEle nada valem. O que vale é o que Ele revelou acerca de Si mesmo. E se o senhor crê de alguma forma na Biblia, já que insiste tanto em confrontar os atos da Igreja com as Sagradas Escrituras, trago-lhe um versículo interessante. Disse Deus: "Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois, zeloso, e arrepende-te" (Apocalipse III, 19). Deste modo, não enxergo Deus como um "instrumento de castigo, punição e arrependimento", mas é certo que Ele, por ser justo, pune os que erram e os exorta a se arrependerem. Aceitar a Deus só quando se fala em amor e perdão, é muito fácil, bonito e "politicamente correto", mas a verdadeira fidelidade a Ele vai muito além disso. Portanto, da mesma forma que os padres pedófilos merecem punição, e nisso estamos de acordo, Pe. Antônio Maria também merece, na exata medida em que errou. E o erro dele foi gravíssimo. É simples.

    Rezarei por sua conversão.
    Leonardo Brum

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  11. Algum problema com a segunda parte do meu comentário, Jó? Ou, por algum problema técnico, acabou não sendo enviado ao senhor? Dê-me um retorno acerca disso, por favor.

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  12. Boa tarde Leonardo!
    A segunda parte de seu comentário não nos fora enviada. Aguardamos para publicação.
    Obrigado!

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  13. Acho q a igreja deveria se preocurar com outras coisas mais importante,q mal comenteu o padre se a igreja prega a desmolarizacao á seculos e ninguem nunca se preucupor com isso,cito uma delas pregavam para o cidadao q pra o cidadao ir pra o céu tinha q doar um pedaçinho de terra agindo de má fé,graças a Martim Lútero q instituio o luterismo e ninguém foi punido diante essa desmoralizaçao,agora só pq o padre abençou esse casl tá sendo punido, isso é uma vergona. vao procurar o q fazer

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  14. gente pare com isso o padre veio porque ele quiz nimguem forçou ele a nada e alem do mais ele nao fez nada errado so falou na palavra de Deus, e cantou para o povo, e porque tudo que sukita faz a oposiçao critica isso se chama inveja que coisa feia.

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